O ditado: "Pai Rico, Filho Nobre, Neto Pobre" serve como um alerta para a perda de riqueza ao longo das gerações
- Diogenes Carvalho Lima

- 22 de jun. de 2024
- 1 min de leitura

O ditado: "Pai Rico, Filho Nobre, Neto Pobre" serve como um alerta para a perda de riqueza ao longo das gerações.
Segundo a sabedoria popular, a riqueza acumulada por uma geração tende a ser dissipada pelas duas seguintes, resultando na pobreza da terceira geração.
Fatores que contribuem para essa perda:
Falta de educação financeira: As gerações mais novas, acostumadas com o conforto da riqueza familiar, podem não desenvolver as habilidades e conhecimentos necessários para gerenciar o dinheiro de forma responsável.
Gastos excessivos: Um estilo de vida luxuoso e extravagante, sem planejamento financeiro adequado, pode levar à rápida dilapidação da fortuna.
Falta de investimento: A falta de investimento em ativos que gerem renda pode impedir a preservação e o crescimento da riqueza ao longo do tempo.
Influências externas: Pressões sociais para manter um status elevado e o desejo de acompanhar as tendências de consumo podem levar a gastos desmedidos e decisões financeiras imprudentes.
Nas empresas é possível romper esse ciclo e construir riqueza intergeracional através de um Conselho Consultivo Proativo, pois a riqueza não é algo permanente, ela precisa ser gerenciada com sabedoria para ser preservada ao longo das gerações, por meio de ações de capacitação dos acionistas mais jovens, investimentos estratégicos e planejamento sucessório de maneira a construir um legado de riqueza duradoura para a família (Shareholders) e a sociedade (Stakeholders).
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