Pesquisas evidenciam que grande parcela dos jovens profissionais não deseja mais ascender na carreira.
- Diogenes Carvalho Lima

- 16 de fev. de 2023
- 1 min de leitura

Será uma tendência em rápida ascensão?
Infelizmente me parece que a máxima do provérbio oriental da imagem desta publicação já chegou no mundo corporativo.
Pesquisa realizada no Brasil pelo @INSPER em parceria com a @Robert Half, e divulgada em 2022, evidenciou que grande parcela dos profissionais não deseja ascender na carreira e ocupar posições gerenciais ou mais altas, ainda que tenha essa oportunidade.
Já na pesquisa realizada pela @CareerBuilder nos Estados Unidos com 3.625 profissionais de diversos cargos em empresas de diferentes tamanhos e setores, revelou que apenas 34% buscavam posições de liderança e só 7% almejavam ascender a uma posição de C-level.
Motivos
Dentre os motivos apontados na pesquisa do Insper, uma ascensão na carreira significa lidar com problemas mais complexos, encarar desafios desconhecidos, ter maior responsabilidade pelos resultados e gerenciar um número maior de atividades e pessoas. Em resumo, ser promovido implica também maiores e mais complexas demandas de trabalho.
Preocupações
A questão da competência, é uma das maiores preocupações dos profissionais a respeito de uma promoção:
"Tenho as competência necessárias para lidar com as demandas de trabalho do próximo nível hierárquico?"
"Serei percebido como incompetente pelos outros neste novo cargo?"
Equilíbrio entre vida pessoal e trabalho:
"Estou disposto(a) a pagar o preço de assumir mais responsabilidades e ter mais trabalho?"
"Após assumir esse novo cargo, terei menos tempo disponível para minha família e vida pessoal?"
O que nós, líderes do presente podemos fazer para ajudar os novos líderes, os líderes do futuro, a conquistarem a confiança necessária e assumirem de que são capazes?




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