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Porque as Startups falham? As principais razões...

  • Foto do escritor: Diogenes Carvalho Lima
    Diogenes Carvalho Lima
  • 29 de mar. de 2024
  • 3 min de leitura

Porque as Startups falham? As principais razões...


  1. Falta ou incapacidade de levantar capital

  2. Necessidade não demandada pelo mercado

  3. Foi superada pela concorrência

  4. Um fraco modelo de negócios

  5. Desafios regulatórios

  6. Precificação, custos e produto

  7. Relacionamentos entre equipe e fundadores


Com base na minha experiência e nos cursos que frequentei e frequento sobre Governança Corporativa, o último deles o Lean Governance da @Board Academy com os excepcionais profissionais e professores: @Eduardo Gomes, @Rafaela França, @Udo, @Daniel Medina, @Fabrini Galo e @Rodrigo Mariano, apresento minhas considerações sobre as principais razões apontadas acima pela @CB Insights.


Entendo que a criação de um produto ou serviço é um momento único e de muita inspiração e alegria, talvez algo comparado a ser pai ou mãe, é como ter um filho ou filha, entretanto assim como se pensa em formar uma família é preponderante que seu “criador” ou “criadores” analisem alguns pontos exatamente para evitar falhar como fundador, seja de uma empresa ou de uma família.


Sendo assim, aponto que muitos dos itens citados acima como falhas de uma startup poderiam ser mitigados ou até mesmo eliminados se fosse levado em conta alguns aspectos, como: uma análise de risco mais apurada, um plano de negócios bem estruturado, conceitos de governança corporativa proativa aplicado na fase de ideação e o processo para a melhor tomada de decisão, mesmo que a decisão seja de não constituir uma empresa.


A) Análise de Riscos


É assegurar a adequação, fortalecimento e o funcionamento do Sistema de Controles Internos da organização, procurando mitigar os Riscos de acordo com a complexidade de seus negócios, além de atuar na orientação e conscientização à prevenção de atividades e condutas que possam ocasionar riscos à organização.


B) Plano de Negócios


Não é fácil, ainda mais quando está se iniciando, mas é preciso:


  1. Análise do Produto e Serviços;

  2. Análise do Mercado; Estudar cenário atual e futuro;

  3. Fazer a Análise SWOT (Forças, Fraquezas, Oportunidades e Desafios) frente as respostas sobre os itens 1 e 2 acima;

  4. Pensar na Estratégia de Negócio: a) Modelo de Gestão; b) Modelo de Organização; e c) Modelo de Negócios;

  5. Listar as Preocupações e Expectativas;

  6. Se perguntar se temos as competências estratégicas chaves para entrar no jogo e ganhar?!


C) Conceitos de Governança Corporativa (contribuição: @IBGC)


  • Integridade - Praticar e promover o contínuo aprimoramento da cultura ética na organização, evitando decisões sob a influência de conflitos de interesses.

  • Transparência - Obrigação e desejo de divulgar aos stakeholders informações verdadeiras, tempestivas, coerentes, claras e relevantes.

  • Equidade - Tratar todos os sócios e demais stakeholders de maneira justa e igualitária.

  • Responsabilização (Accountability) - Desempenhar suas funções assumindo a responsabilidade pelas consequências de seus atos e omissões, e prestar contas de sua atuação.

  • Sustentabilidade - Zelar pela viabilidade econômico-financeira da organização no curto, médio e longo prazos.


D) Processo de Tomada de Decisão


Para se tomar a melhor decisão é necessário ter informações, ter conhecimento saber o que fazer com elas, e depois ter a atitude para decidir.


É verdade que nem sempre a primeira decisão é a melhor escolha, por esta razão é fundamental que estejamos preparados para encarar imprevistos.


“Geralmente erra mais quem decide cedo do que quem decide tarde; mas, tomada a decisão, é necessário recuperar o atraso da sua execução.” Francesco Guicciardini (Florença, 6 de março de 1483 Arcetri, 22 de maio de 1540)


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